É um estrago e
tanto. Na área que recebe o grande lago que serve de reservatório da
hidrelétrica, a natureza se transforma: o clima muda, espécies de peixes
desaparecem, animais fogem para refúgios secos, árvores viram madeira podre
debaixo da inundação... Quando o
fechamento das eclusas da barragem de Itaipu, uma área de 1 500 quilômetros
quadrados de florestas e terras agriculturáveis foi inundada. A cachoeira de Sete Quedas, uma das mais fascinantes
formações naturais do planeta, desapareceu. Semanas antes do preenchimento do
reservatório, foi realizada uma operação de salvamento dos animais selvagens,
denominada Mymba kuera (que em guarani quer dizer
"pega-bicho"). Equipes de voluntários conseguiram capturar mais de
4.500 bichos, entre macacos, lagartos, porcos-espinhos, roedores, aranhas,
tartarugas e diversas espécies. Esses animais foram levados para as regiões
vizinhas protegidas da água.
Impacto
Social
Durante a
instalação da Itaipu, foi necessária a desapropriação de 42.444 pessoas onde
38.440 eram trabalhadores e trabalhadoras do campo, o que gerou inúmeros
problemas sociais. Parte dessas famílias viviam às margens do Rio Paraná e foram desalojadas, a fim de abrir caminho
para a represa. Algumas se refugiaram na cidade de Medianeira, uma cidade não muito longe da
confluência dos rios Iguaçu e Paraná. Algumas dessas famílias vieram,
eventualmente, a ser membros de um dos maiores movimentos sociais do Brasil, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.
No Brasil, 33 mil desabrigados estão nessa situação, e criaram até uma
organização, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). Pode parecer uma
catástrofe, mas, comparando com outros tipos de geração de energia, a
hidrelétrica até que é a menos pior.
Segundo ao Greenpeace,
daria para economizar 40% da energia produzida no país com três medidas.
Primeiro, instalando turbinas mais eficientes nas usinas antigas. Segundo,
modernizando as linhas de transmissão e combatendo o roubo de energia.
Terceiro, retornando ao comportamento da época do racionamento, em 2001, com
equipamentos e hábitos menos gastadores. Tudo isso evitaria que novas
hidrelétricas precisassem ser construídas, protegendo um pouco mais nosso
planeta.
A maior geradora de energia limpa e renovável do planeta
DESAFIO HUMANO
1973 Itaipu, a pedra que canta
Em 1973, técnicos percorrem o rio de barco em busca do ponto mais indicado para a construção da Itaipu Binacional. O local é escolhido após a realização de estudos com o apoio de uma balsa. No coração da América do Sul, brasileiros e paraguaios indicam um trecho do rio conhecido como Itaipu, que, em tupi, quer dizer "a pedra que canta". Naquele local, encontrava-se uma ilha, quase sempre submersa, chamada Itaipu, logo após uma curva acentuada de rio, onde a correnteza parecia medir forcas com os barrancos e a poucos quilômetros da confluência com o Rio Iguaçu. Estudos indicavam para aquele ponto um rendimento energético excepcional, em virtude de um longo cânion escavado pelo Rio
1974 O primeiro passo de uma epopeia
A construção da Itaipu Binacional – considerado um trabalho de Hércules pela revista “Popular Mechanics”, dos Estados Unidos – começou em 1974, com a chegada das primeiras máquinas ao futuro canteiro de obras.No segundo semestre de 1974, foi estruturado o acampamento pioneiro, com as primeiras edificações para escritórios, almoxarifado, refeitório, alojamento e posto de combustíveis, que existe até hoje. As estradas de terra de acesso ao canteiro de obras
1975 Uma cidade chamada Itaipu
A região começa a transformar-se num “formigueiro” humano. Entre 1975 e 1978, mais de 9 mil moradias foram construídas nas duas margens para abrigar os homens que atuam na obra. Até um hospital é construído para atender os trabalhadores. À época, Foz do Iguaçu era uma cidade com apenas duas ruas asfaltadas e cerca de 20 mil habitantes, em dez anos, a população passa para 101.447 habitantes. Nos canteiros de obra, a primeira tarefa é alterar o curso do Rio Paraná, removendo 55 milhões de metros cúbicos de terra e rocha para escavar um desvio de 2 km. O engenheiro Gomurka Sarkaria é o responsável pelo modelo da barragem, do tipo gravidade aliviada, formando aberturas que lembram a estrutura de uma catedral.
1978 O "Paranazão" despede-se do leito
A Itaipu Binacional passa a ser uma realidade irreversível. A escavação do desvio do Rio Paraná termina dentro do prazo. Em 20 de outubro de 1978, 58 toneladas de dinamite explodem as duas ensecadeiras que protegiam a construção do novo curso. O desvio tem 2 km de extensão, 150 metros de largura e 90 de profundidade. No mesmo dia, é assinado um contrato de US$ 800 milhões que garante a compra de turbinas e dos turbo-geradores. O novo canal permite que o trecho do leito original do rio seja secado, para ali ser construída a barragem principal, em concreto. A Itaipu Binacional foi a única grande obra nacional a atravessar a fase mais aguda da crise econômica brasileira do final dos anos 1970 mantendo o status de prioridade absoluta. No domínio da construção civil, escavações e obras civis, a Itaipu atingiu um índice de nacionalização, considerado o parceiro brasileiro, de praticamente 100%. Na área de fabricação e montagem dos equipamentos, o índice de nacionalização nunca foi inferior a 85%.Um prédio de dez andares por hora, o ritmo de Itaipu - Começa uma nova e fervilhante etapa da construção de Itaipu Binacional: a concretagem da barragem. Num único dia, 14 de novembro de 1978, são lançados na obra 7.207 metros cúbicos de concreto, um recorde sul-americano, o equivalente a um prédio de dez andares a cada hora. Ou 24 edifícios no mesmo dia. A façanha só foi alcançada devido ao uso de sete cabos aéreos para o lançamento de concreto. O total de concreto despejado na barragem, 12,3 milhões de metros cúbicos, seria suficiente para concretar quatro rodovias do porte da Transamazônica. A economia do Paraguai voa em céu de brigadeiro: o PIB, que havia aumentado 5% em 1975, cresce 10,8% em 1978.
1980 Todos os caminhos levam a Itaipu
A obra ganha contornos de uma operação bélica. Em 1980, o transporte de materiais para a Itaipu Binacional mobilizou 20.113 caminhões e 6.648 vagões ferroviários. Já a demanda por mão-de-obra provoca filas imensas nos centros de triagem dos consórcios. Entre 1978 e 1981, até 5 mil pessoas eram contratadas por mês. Ao longo da obra, em função do extenso período de construção e da rotatividade da mão-de-obra, somente o consórcio Unicon cadastrou cerca de 100 mil trabalhadores. No pico da construção da barragem, Itaipu mobilizou diretamente cerca de 40 mil trabalhadores no canteiro de obras e nos escritórios de apoio no Brasil e no Paraguai.
1981 Nem as estradas esperavam uma obra dessa grandeza.
Com a concretagem quase pronta, a fase seguinte é a montagem das unidades geradoras. O transporte de peças inteiras dos fabricantes até a usina torna-se um desafio. A primeira roda da turbina, com 300 toneladas, saiu de São Paulo em 4 de dezembro de 1981 e chegou ao canteiro de obras somente em 3 de março de 1982. Como a rede viária e algumas pontes existentes em diversas alternativas de trajeto não tinham condições de suportar o peso, a carreta que levava a peça teve de percorrer o caminho mais longo, com 1.350 km. O transporte das rodas de turbina ganharia agilidade posteriormente. O recorde foi de 26 dias de viagem entre a fábrica e a usina.
1982 O Rio Paraná encontra um Paredão de Concreto, Itaipu
As obras da barragem chegam ao fim em outubro de 1982. Mas os trabalhos na Itaipu não param. O fechamento das comportas do canal de desvio, para a formação do reservatório da usina, dá início à operação Mymba Kuera (que em tupi-guarani quer dizer “pega-bicho”). A operação salva a vida de 36.450 animais que viviam na área a ser inundada pelo lago. Devido às chuvas fortes e enchentes da época, as correntezas do Rio Paraná levaram 14 dias para encher o reservatório. 5 de novembro de 1982, com o reservatório já formado, os presidentes do Brasil, João Figueiredo, e do Paraguai, Alfredo Stroessner, acionam o mecanismo que levanta automaticamente as 14 comportas do vertedouro, liberam a água represada do Rio Paraná e, assim, inauguram oficialmente a maior hidrelétrica do mundo, após mais de 50 mil horas de trabalho.
DESAFIO ENERGÉTICO
1960- Descoberto o potencial energético do Rio Paraná
Vários estudos, de maior ou menor significado, foram realizados até os anos 1960 para avaliar o potencial energético das Sete Quedas. Antes de Itaipu Binacional, porém, o único empreendimento a se tornar realidade foi uma pequena usina que aproveitava as águas de um dos saltos para iluminar a cidade de Guaíra e uma companhia militar.
Em 1962, o governo brasileiro encomendou estudos sobre o aproveitamento hidrelétrico das Sete Quedas e do longo cânion a jusante dos saltos. A tarefa ficou a cargo do escritório do engenheiro Octávio Marcondes Ferraz. A proposta final, que nunca foi levada adiante, previa uma usina com capacidade de 10 mil megawatts, para produzir 67 milhões de megawatts-hora por ano, o equivalente a três vezes o consumo do Brasil na época.
1973- Itaipu, uma opção ao Petróleo
O ano da assinatura do Tratado de Itaipu, 1973, coincide com a eclosão da crise mundial provocada pelo aumento do preço do petróleo. Intensifica-se a exploração de fontes de energia renováveis como forma de assegurar um vigoroso desenvolvimento para Brasil e Paraguai.
A Itaipu Binacional é um marco para o setor elétrico dos dois países. Antes, os paraguaios dispunham de apenas uma hidrelétrica de pequeno porte, Icaray. Os brasileiros consolidam a opção pela energia produzida por meio do aproveitamento da força dos rios. A usina praticamente dobra a capacidade do Brasil de gerar energia. A potência instalada, que era de 16,7 mil megawatts, passa a contar mais 14 mil megawatts. O empreendimento é o terceiro ao longo do Rio Paraná em território
O preço de Itaipu?? US$ 1 MIL POR quilowatts instalados - As obras de construção civil da Itaipu ficam a cargo dos consórcios Unicon e Conempa, enquanto a montagem eletromecânica é de responsabilidade dos consórcios Itamon e CIE. O custo da usina é de aproximadamente US$ 1.000 por quilowatts instalados, ou cerca de US$ 14 bilhões. O preço atualizado, com os juros e a inflação em dólar do período, chega a US$ 16 bilhões.
1983 Especialista em gerar energia e bater recordes
O sonho transforma-se em energia. O primeiro giro mecânico de uma turbina ocorre em 17 de dezembro de 1983. E, finalmente, a Itaipu Binacional começa a produzir energia em 5 de maio de 1984, quando entra em operação a primeira das 20 unidades geradoras do projeto. Dezoito unidades geradoras foram instaladas no espaço de sete anos.
No primeiro ano de atividade, 1984, foram gerados 277 megawatts. Conforme o cronograma, de duas a três unidades eram instaladas por ano. A venda de energia começa em 1o. de março de 1985. O ápice da participação de Itaipu Binacional no mercado brasileiro foi alcançado em 1997, com o atendimento de 26% da demanda do setor elétrico do país.
2001 - Um gigante capaz de iluminar o mundo
O recorde de produção foi atingido em 2000, quando a Itaipu Binacional gerou 93,4 bilhões de quilowatts-hora. Em 2004, quando completou 20 anos de atividade, a usina já havia gerado energia suficiente para abastecer o mundo durante 36 dias.
Com a totalização do seu projeto, Itaipu Binacional supera em 4 mil megawatts a potência instalada da segunda maior hidrelétrica do mundo, a Usina de Guri, na Venezuela. O rendimento de Itaipu Binacional é excepcional, mesmo se comparado a usinas do futuro. A chinesa Três Gargantas terá uma geração da ordem de 85 bilhões de quilowatts-hora, 8,4 bilhões de quilowatts-hora a menos que a capacidade máxima já atingida por Itaipu Binacional.
2007- Mais duas unidades geradoras: a obra está completa
Maio de 2007. No mês em que Brasil e Paraguai celebram o 33º aniversário da assinatura do Tratado de Itaipu, entram em operação as últimas duas das 20 unidades geradoras previstas no projeto da usina. Com as 20 unidades geradoras em atividade e o Rio Paraná em condições favoráveis, com chuvas em níveis normais em toda a bacia, a geração poderá chegar a 100 bilhões de quilowatts-hora.
RELEVÂNCIA DA OBRA
Geração, Transmissão, Hidrologia, Vertedouro e a Barragem, a preocupação com o meio Ambiente(Cultivando ÁGUA Boa, Cuidados com a água, proteção da fauna e flora e Educação Ambiental), A responsabilidade Social(Cuidados com as Crianças, Um futuro para os Jovens, Igual de Oportunidades, Incetivos aos funcionários, obras e projetos de sustentabilidade), Turismo(Complexo Turístico Itaipu, Turismo Fronteira (Cataratas)).
TECNOLOGIA
(PTI) BRASIL Parque Tecnológico Itaipu- Surgiu em 2003, para atender às necessidades de modernização das instalações da hidroelétrica e estimular o progresso da região do entorno da usina.É um centro de ensino e pesquisa em educação, ciência e tecnologia.o PTI desenvolve projetos voltados ao desenvolvimento tecnológico e científico. Por conseqüência, também promove o empreendedorismo e a geração de emprego e renda.
(PTI) PARAGUAI - O Parque Tecnológico Itaipu (PTI) da margem paraguaia é uma das principais ferramentas de desenvolvimento do país. Criado em 2003 e instalado em Hernandarias, tem como ênfase o avanço econômico baseado na tecnologia. Primeiro parque tecnológico paraguaio, o PTI desenvolve ações em todo o Paraguai, não somente na área de influência da Itaipu.
PLANO DE ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (PAT) - A principal função do sistema é fornecer dados em tempo real para uma inspeção completa da usina, além de proporcionar o controle da geração de energia. Os dados são fornecidos por 25 mil pontos de medição em toda a hidrelétrica.
O principal desafio na implantação do sistema está no fato de que a usina não pode parar. Ao todo, a empresa investiu US$ 7,5 milhões, o que incluiu, além da aquisição do equipamento, o treinamento de seis engenheiros nos Estados Unidos por um ano.
É o ramo da engenharia que projeta, gerencia e executa obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais e portos. O engenheiro civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma. Sua atuação inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação. Com base nesses dados, o profissional desenvolve o projeto, especificando as redes de instalações elétricas, hidráulicas e de saneamento do edifício e definindo o material que será usado. No canteiro de obras, chefia as equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, padrões de qualidade e de segurança. Cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais usados na construção. Esse profissional também pode dedicar-se à administração de recursos prediais, gerenciando a infraestrutura e a ocupação de um edifício.
AutoCAD é um software do tipo CAD — computer aided design ou desenho auxiliado por computador - criado e comercializado pela Autodesk, Inc. desde 1982. É utilizado principalmente para a elaboração de peças de desenho técnico em duas dimensões (2D) e para criação de modelos tridimensionais
(3D). Além dos desenhos técnicos, o software vem disponibilizando, em
suas versões mais recentes, vários recursos para visualização em
diversos formatos. É amplamente utilizado em arquitetura, design de interiores, engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia geográfica , engenharia elétrica e em vários outros ramos da indústria. O AutoCAD é atualmente disponibilizado em versões para o sistema operacional Microsoft Windows e Mac OS, embora já tenham sido comercializadas versões para UNIX.
A partir da versão R14 (publicada em 1997) potencializa a expansão de sua funcionalidade por meio da adição de módulos específicos para desenho arquitetônico, SIG, controle de materiais, etc.
Tela de apresentação do AutoCAD 2013
Um dos recursos bastante utilizados no AutoCAD é o efeito de ver os
objetos em 3 dimensões (altura, largura e profundidade) ou efeito 3D
como é conhecido. É possível virar um automóvel, por exemplo, e ver a
parte de baixo, abrir suas portas, motor e obter uma riqueza de detalhes
de uma determinada peça em questão de segundos.
Por ser um aplicativo
gráfico e bastante completo, quanto melhor forem os recursos do
computador (placa de vídeo, cpu, monitor, memória RAM), melhor será a
performance do software.
O AutoCAD é dividido nas versões completa (aproximadamente
US$4000 dólares), LT (aproximadamente US$900 dólares – sem o recurso 3D) e a versão para
estudantes a um preço mais acessível. A versão para estudantes é igual à
versão completa, porém, não pode ser usada comercialmente e quando
impressos, os documentos mostram uma informação dizendo que é uma versão para uso não comercial.
É um programa muito útil, porém o custo para te-lo pode chegar à R$ 10.000,00 reais, por esse motivo, apenas grandes empresas conseguem usar esse software.
A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo TCP/IP que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.
A
internet com seu conjunto de redes mundialmente interligadas, através
dos milhares de computadores nos beneficia com a transferência de dados e
o acesso a variadas informações. No ramo da Engenharia Civil o auxílio
das redes acontece de diversas formas: busca por orçamentos em
instantes, compra de produtos com agilidade e segurança, acesso a redes
sociais e extratos financeiros.
Dentro
desta imensidão de redes, existem duas essenciais para a execução de
projetos na área civil: a intranet e a extranet. A primeira
caracteriza-se por utilizar a tecnologia e infra-estrutura de
comunicação de dados da internet para a comunicação interna da própria
empresa e/ou com outras empresas, ou seja, é o uso da tecnologia na rede
corporativa. No entanto a segunda pode ser vista como uma parte da
empresa que é estendida a usuários externos, tais como representantes e
clientes.
Em
resumo, o engenheiro possui atividades relacionadas a administração e o
acompanhamento da obra, necessitando de auxílios na compra de
materiais, pesquisas de preços, cálculos avaliativos e informações para
soluções rápidas. Processos até então otimizados com a utilização da
internet.