quarta-feira, 31 de julho de 2013

Capital Gate Tower

Esse é, segundo o Guinness Book, a maior torre inclinada feita pelo homem, cerca de quatro vezes mais inclinada que a Torre de Pisa, equivalente a 18° graus à oeste.
O projeto está em sua fase final na cidade de Abu Dhabi (Emirados Árabes) ao lado do centro de exposições Abu Dhabi National. Com 160 metros de altura e 35 andares, promete ser o hot spot da cidade,  no qual serão usados quatorze andares basicamente para salas comerciais, e as "sobras" farão parte de um hotel super luxuoso, bem ao estilo árabe do qual já estamos familiarizados. Sua construção foi extremamente complexa, no qual sua estrutura, não compatível com a dos demais prédios, teve de ser bem pensada, utilizando técnicas até então nunca vistas nas demais edificações. 

domingo, 28 de julho de 2013

ECOARK - PAVILHÃO FEITO COM GARRAFAS PETS - TAIPEI (TAIWAN)

EcoARK  é um edifício construído com 1,5 milhão de garrafas de plástico. Tem três andares, anfiteatro, salão de exposições e usa água da chuva coletada para o seu sistema resfriamento. Fica em Taipei (Taiwan).
                       

O EcoARK vai ser doado para a cidade de Taipei (Taiwan) e será utilizado como sede de exposição durante o International Flora Expo, em novembro próximo.


Resistente e planejado para suportar terremotos, sua estrutura lembra uma colméia, feita com polli-bricks (tijolos de garrafas plásticas).




A estrutura de 130 metros pode ser demontada e reagrupada em outro local, como um Lego gigante.
                  
A Far Eastern Group é o responsável pelo EcoARK, Douglas Hsu, presidente do grupo asiático que são fabricantes dos setores de comunicação, construção, químicos e têxtil, quer que a EcoARK (considerada como um milagre ambiental) sirva como exemplo para outras pessoas e empresas, pois com criatividade é possível ajudar o planeta de várias formas. 
>>Conclusão:
Diferentemente das primeiras construções com caráter de reuso de materiais que seriam descartados, como garradas pet, de vidro, pneus e afins, a estrutura apresentada acima aponta para o caminho que a construção sustentável vem tomando:
Uma integração entre os componentes que constituem o edifício, utilizando-se materiais reciclados, reutilizados ou de baixo impacto ambiental.
A princípio, o que se via eram pequenas casas com paredes feitas de pneus ou garrafas. Esta é uma iniciativa importante e super ecológica se pensarmos que os materiais foram reutilizados, ou seja, empregados para uma nova finalidade, mantendo seu estado natural. Isso significa que não passaram por qualquer tipo de processo industrial. No entanto, para atender às exigências estéticas e de desempenho  de edifícios corporativos, soluções como a reciclagem estão sendo empregadas. Com isso, os materiais perpetuam sua vida útil, mantendo-se no “ciclo” de produção, e sendo empregados para finalidades diversas.
Seja reutilizando, reduzindo ou recicliando materiais, a verdade é que a contrução civil já enveredou por este caminho e a aceitação geral das pessoas para este tipo de construção aumenta a cada dia.
 
fonte: http://arquitetandonanet.blogspot.com.br/2010/04/ecoark-pavilhao-feito-com-garrafas-pets.html

Arena da Amazônia



O que é?

A Arena da Amazônia será um estádio que está sendo construído na cidade de Manaus – AM e substituirá o estádio Vivaldo Lima (Vivaldão), será também uma das 12 sedes da Copa do Mundo FIFA 2014. O estádio poderá ser poliesportivo, com cobertura retrátil e capacidade estimada para 44.000 torcedores.

Arena da Amazônia em seu estado final

Ficha técnica

NOME OFICIAL: Arena da Amazônia
CONSTRUÇÃO: Andrade Gutierrez
ÁREA DO TERRENO: 84.000 m²
ÁREA CONTRUÍDA: 170.000 m²
INÍCIO DO PROJETO: 2008
INÍCIO DAS OBRAS: 2010
CONCLUSÃO DAS OBRAS: 2013
ARQUITETURA: Von Gerkan, Marg und Partners (GMP) - Volkwin Marg, Hubert Nienhoff e Martin Glass (autores); Martin Glass (gerente de projeto), Ralf Amann e Florian Schwarthoff (GMP Brasil); Ausias Lobatón Ortega, Nicolai Reich, Stefan SaB, Sônia Taborda, Helge Lezius, Florian Schwarthoff; Konstanze Erbe, Cláudio Aceituano Husch, Martin Krebes e Dirk Peissl (estudo conceitual); Maike Carlsen, Heige Lezius, Fabian Kirchner, Sophie-Charlotte Altrock, Silke Flassnöcker; Florian Schwarthoff, Veit Lieneweg, Lucia Martinez, Juliana Kleba, Lieselotte Decker, Barbara Düring e Stephanie Eichelmann (projeto básico)
ARQUITETURA – PROJETOS COMPLEMENTARES: Grupo Stadia - Danilo Carvalho (desenvolvimento); Eduardo Guilger, Izabela Hazek, Marcelo Rios, Vinicius Oliveira e Danilo Cosenza (colaboradores).
ESTRUTURA E COBERTURA: Schlaich Bergermann und Partners
INSTALAÇÕES: Bechthold
LIGHTING DESIGN: Conceptlicht Angerer, Taunreut.
PROJETO BASICO: 14, 95 milhões
CUSTO TOTAL: 515 milhões

A Arena

Sua arquitetura é inspirada, obviamente, na floresta amazônica, a Arena será construída com rigorosas premissas de sustentabilidade e localizada estrategicamente entre o aeroporto e o Centro Histórico de Manaus.
A Arena terá capacidade para 44 mil pessoas e contará com camarotes, elevadores, 400 vagas de estacionamento subterrâneo, acessibilidade para portadores de deficiência, sistema de reaproveitamento da água da chuva, estação de tratamento de esgoto e ventilação natural para redução do consumo de energia

visão da Arena à noite



Em localização privilegiada na principal avenida da cidade no lugar antes ocupado pelo antigo Estádio Vivaldo Lima, a Arena da Amazônia ficará ao lado do Sambódromo de Manaus, do novo Centro de Convenções do Amazonas e da Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira. A área está próxima de hotéis, hospitais, bancos, shopping centers, supermercados e restaurantes, a uma distância de aproximadamente 6 km do centro histórico da cidade e da orla do Rio Negro.
Com toda certeza uma das mais importantes construções do Amazonas, se não do país. Acredito que o novo estádio não servirá apenas para a sediar Copa 2014, que é o maior evento futebolístico do mundo, mas também para futuros eventos locais que serão de muito prestígio para nossa capital.


Fontes: http://www.portal2014.org.br/andamento-obras/12/Arena+da+Amazonia.html
            http://pt.wikipedia.org/wiki/Arena_Amaz%C3%B4nia

terça-feira, 9 de julho de 2013

Software no Ensino e no Projeto de Estruturas

No presente trabalho descrevem-se os aspectos essenciais do software desenvolvido para a análise linear e não linear de estruturas, baseado nas técnicas do MEF e concebido de forma a ser simples e eficiente a implementação de novos tipos de elementos finitos e de novos modelos constitutivos. A estrutura da informação que serve de base a uma análise linear ou não linear é descrita neste artigo, bem como as características de algumas técnicas computacionais. No final são apresentados alguns exemplos ilustrativos das ferramentas desenvolvidas.

O método dos elementos finitos (MEF) é uma ferramenta de grande utilidade na interpretação e compreensão de muitos fenômenos de engenharia (Zienkiewicz e Taylor, 1989). Para tal é necessário dispor, não somente de algoritmos de análise linear e não linear material e geométrica robustos e fiáveis, como também de software de pós-processamento que permita representar graficamente os aspectos mais relevantes das análises efetuadas (Azevedo et al.,1997).
Os códigos existentes têm-se revelado demasiado complexos e monolíticos, dificultando o ensaio de novas ideias, bem como a modificação de alguns dos seus componentes. Estas dificuldades motivaram o desenvolvimento, de raiz, de software baseado em módulos que incluem todo o código necessário ao processamento do correspondente bloco de informação.
Esta arquitetura torna simples e flexível a introdução de novos elementos finitos e novos modelos de análise não linear de estruturas.
O software desenvolvido foi utilizado na simulação do comportamento de estruturas porticadas de betão armado e de lajes de betão reforçado com fibras de aço e apoiadas em
solo.

http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/13106/1/NC_46.pdf
http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/13106

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ponte Rio-Niterói

A Maior Ponte do Brasil – Ponte Rio-Niterói
Localizada na baía Guanabara, no estado do Rio de Janeiro a ponte Rio-Niterói liga a cidade do Rio de Janeiro e Niterói. É uma das maiores pontes rodoviárias do mundo medindo cerca de 13 km, dos quais quase 9 km sobre água. A sua construção ficou concluída em 1974, sendo estruturalmente constituída por betão armado pré-esforçado.
Ponte de betão de Niteroi
Ponte sobre o rio Niteroi

ProjetoO projeto da ponte Rio Niterói foi preparado por um consórcio de duas empresas. A firma Noronha Engenharia, sediada no Rio de Janeiro, preparou o projeto dos acessos no Rio de Janeiro e em Niterói, assim como a ponte de concreto sobre o mar. A firma Howard, Needles, Tammen and Bergendorf, dos EUA, projetou o trecho dos vãos principais em estrutura de aço, incluindo as fundações e os pilares.


Construção
O canteiro principal da Ponte Rio de Niterói do Consórcio Construtor Guanabara se localizava na Ilha do Fundão, pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Havia, também, canteiros secundários em Niterói.
Os engenheiros responsáveis pelo projeto da ponte de concreto foram Antônio Alves de Noronha Filho e Benjamin Ernani Diaz e o engenheiro responsável pela ponte de aço foi o americano James Graham.
As firmas executoras da superestrutura em aço foram Dormann & Long, Cleveland Bridge e Montreal Engenharia. A estrutura foi toda fabricada na Inglaterra em módulos, que chegaram ao Brasil por transporte marítimo.
A fabricação final da ponte de aço, com os elementos pré-soldados da Inglaterra, foi feita na Ilha do Caju, na Baia de Guanabara. A montagem das vigas de aço também foi feita pelas mesmas firmas fabricantes da estrutura.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Rio-Niter%C3%B3i

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Erros Engenharia Civil

O prédio de 35 andares, Edifício Real Class, ainda em construção na sua fase de acabamento, pertencente a construtora Real Engenharia e localizado na Rua 3 de Maio, entre José Malcher e Magalhães Barata, em Belém, desabou por volta das 14:00h deste sábado (29 de janeiro de 2011). Chovia e ventava muito no momento do desabamento.


A destruição foi total, afetou a estrutura de edifícios e casas na vizinhança, danificou a rede elétrica, e os escombros atingiram pessoas que passavam no momento do desabamento (inclusive dentro de carros). Vários carros que estavam na rua ficaram cobertos de poeira e pedras. Um bloco de concreto caiu no meio da rua. Informações preliminares indicam que um edifício ao lado do prédio também corre o risco de cair.

Há informações preliminares – não confirmadas – de um engenheiro civil que supostamente trabalhou na construção do prédio Real Class e que relatara haver um erro absurdo na concretagem de pilares dos primeiros pavimentos. O presidente do Crea-PA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Pará) e fiscais do Setor de Fiscalização do Conselho estão no local do acidente. Segundo levantamento preliminar, não havia denúncias no CREA-PA de que o prédio ameaçava cair e, a princípio, o registro do técnico responsável pela obra está regular.

Por que ocorrem desabamentos na construção civil? Os erros técnicos que geram estes acidentes na construção civil têm três causas básicas:

• Erros de avaliação na escolha do terreno, pela falta de uma sondagem séria que identifique os materiais que compõem o solo (areia, argila, aterros, áreas de turfa).

• Erros de cálculo das fundações, da estrutura, distorções do projeto arquitetônico, etc.

• Erros na execução da obra, resultantes da aplicação de materiais de baixa qualidade ou inadequados. Um exemplo é a utilização de areias com salitre encontradas próximas ao mar, que comprometem a qualidade do concreto pela corrosão na armadura de ferro — problema que pode surgir até muitos anos após a conclusão da obra.